sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Essa tal.
Felicidades...
que na procura de tantos outros, motivos,
apareceu seu nome.
Felicidades...
feliz passageiro clandestino de rumo incerto
desses trens das esperanças
passem bem...
essa margarida do pão amanhecido,
desses sons tocados,
sem saber,
sem necessidades,
felicidades...
nos sons dos zumbidos
com as músicas aos ouvidos
das sensações desse riso
maravilhado pelas lágrimas
que escorrem pela face macia
de um anjo sensacional
felicidades...
nessas inconstâncias
dos sabores impossíveis
de querer desejar
Felicidades...
sonhos desejados constatemente
no agora
daquele toque intencional
da vontade de ser
Felicidades...
mas aquele som
dos braços em movimento
no longo cabelo negro
felicidades...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Veia Véia

Brincando com essa veia, véia nervosa, que escorrega pelo seu corpo ardente do sol que queima sua pele. Não deixando que ela te engane enquanto sorrateiramente você tenta se esconder na sombra de sua alma, naquele esconderijo contado aos amigos esquecido pelo tempo que nâo passa. Essa veia, véia ardente do sol cansado de tentar superar as marcas da silhueta feita pelo seu próprio brilho enquanto ela tenta fugir do seu ego, abonado nos deuses dos seus homens de terras desacreditadas, desconhecidas das belezas desacostumadas dos olhos cansados da veia, véia que chama pra partida sem destino do sangue que navega nos pensamentos alheios.