Brincando com essa veia, véia nervosa, que escorrega pelo seu corpo ardente do sol que queima sua pele. Não deixando que ela te engane enquanto sorrateiramente você tenta se esconder na sombra de sua alma, naquele esconderijo contado aos amigos esquecido pelo tempo que nâo passa. Essa veia, véia ardente do sol cansado de tentar superar as marcas da silhueta feita pelo seu próprio brilho enquanto ela tenta fugir do seu ego, abonado nos deuses dos seus homens de terras desacreditadas, desconhecidas das belezas desacostumadas dos olhos cansados da veia, véia que chama pra partida sem destino do sangue que navega nos pensamentos alheios.
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