Vou botar pra fora a voz do pau dos mangueirais, assobiar as vozes das cobras escondidas, ressonar nos ecos dos seus gritos estridentes.
Vou botar pra fora, o desespero encrausulados pelos dedos dementes, espatifar suas faces com os elos de seus dentes.
Vou botar pra fora o silêncio habitado pelo meu ser que percorrem as madrugadas esfarrapadas, maltratadas pelas bebidas ardentes.
Vou botar pra fora a sua donzela escondida em suas meninas de olhares encantadores, mas de lagrimas transparentes.
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